A Bacia de São José de Itaboraí, apesar de suas reduzidas dimensões é extremamente rica em fósseis ( fósseis são organismos ou vestígios da sua presença, que evidenciam a vida existente no passado da Terra).
Entidade mantenedoraPrefeitura Municipal de Itaboraí.
HorárioVisitação agendada.
SubtipoArquitetura típica local
ImportânciaImportância Histórica
Uso atualÓrgão público
PossuiMurais
Uso inicialMina de calcário
TombamentoEstadual
ConservaçãoRegular
Acesso a portadores de necessidades especiaisNão adaptado
Sinalização geral de acessoRegular
Transporte públicoRuim
EntradaGrátis
Origem dos consumidoresLocais, Regionais, Nacionais, Internacionais
Mês de maior frequênciaConstante em todos os meses
Facilidades oferecidas ao consumidorVisitas guiadas regulares, Visitas guiadas agendadas, Área verde, Recursos multimídia
historicoDesde 1928, a área da Bacia Calcária de São José de Itaboraí passou a ser explorada como mina de calcário para a indústria de cimento. Em 1984, deixando uma cava de 70 metros de profundidade, a mineração encerrou suas atividades. A cava lentamente foi preenchida pela água da chuva e subterrânea, gerando um lago artificial. Nos calcários da Bacia de São José de Itaboraí, foram encontrados fósseis de molusco, sementes, folhas e vertebrados (de 70 milhões de anos e de 2 milhões de anos). Em 2 de abril de 1990, a Prefeitura Municipal de Itaboraí, declarou a área de utilidade pública e em dezembro de 1995, foi criado a Parque Paleontológico de Itaboraí, através da Lei Municipal nº 1346/95. A Bacia apresenta ainda, registros da ocupação humana na região, de milhões de anos.
Descrição do uso anteriorMina de calcário.
Descrição do uso atualParque Paleontológico - está sendo estudado por pesquisadores nacionais e estrangeiros. Universidades e escolas locais proporcionam visitas à área, divulgando aos alunos esta importante história da evolução geológica do Estado do Rio de Janeiro.